ontem fui com meu irmao ver um carro adaptado para ter mais autonomia por aqui. o fofo compraria pra mim e depois que eu fosse embora venderia o carro. vai te embora, ter um irmao assim!
bueno, mas o chuchu fez um desafio, pra comprar o carro eu deveria conseguir desmontar a cadeira sozinha e coloca-la no carro. la fomos nos ver o automovel, era um pouco mais alto e nao tinha puta merda no lado do motorista. com uma leve ajudinha consegui entrar. ai vinha a parte mais foda, desmontar a silla e coloca-la pra dentro. devo confessar que fiz esse treinamento no sarah uma unica vez, e levei quase meia hora pra completar a missao. a outra vez que fiz isso foi em sp, quando meu querido amigo iguinho teve aquela dor de barriga e fiquei sozinha no carro sem escolha. em meia hora tinha montado a cadeira e pulado pra cima dela.
bueno, agora la estava eu dentro do carro tendo que provar que era capaz de me virar sozinha. puxei a cadeira pra perto de mim e soltei uma das rodas. passei ela por cima de mim e coloquei no banco de tras. puxei a outra roda, e tb banco de tras. agora 'e que vem o pior, puxar a cadeira. recostei bem meu banco, peguei a cadeira estilo huck e passei ela por cima de mim e a pus sentada no banco do carona. YEAH! e tudo isso em menos de dez minutos!
fiz um pequeno test drive no carro e vou ter que treinar antes de me aventurar pelas motorways da vida. sao duas as dificuldades: uma a mao invertida - aqui 'e o mesmo esquema de londres; a outra 'e que o acelerador fica do lado contrario ao que eu estou acostumada. mas acho que vai dar pra vencer mais essa missao.
entao hoje pela manha meu irmao mandou uma mensagem confirmando a compra do carro! uhuuu! so que ele foi busca-lo agora a pouco e quando estava quase chegando aqui em terraville o carro fez um barulho estranho e parou no meio de uma motorway - seria uma marginal se estivessemos em sp. agora to aqui sozinha em casa esperando ver o que acontece. a vivi foi resgatar o chuchu e o cara que vendeu o carro ta indo pra la tb.
proximo capitulo dessa novela a seguir...
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
pelas ruas de auckland
acordei cedo com a carlinha e fomos de busao para o centro de auckland. aqui TODOS os onibus tem acesso para cadeirante. levamos uma hora e pouco pra chegar ate a queen st, a rua principal, no coracao da maior cidade da nova zelandia. ali, nos demos um ate breve, ela iria trabalhar e eu explorar o centro. a uma da tarde nos encontrariamos no mesmo local para almocarmos juntas.
a primeira coisa que fiz ao ficar sozinha foi perguntar para uma indiana que vendia jornais onde poderia encontrar um mapa. a simpatica senhora mostrou uma loja de souvenirs que ficava do outro lado da rua. la fui eu rodando minha cadeirinha. com um mapa em maos, perguntei a dona da loja onde poderia achar uma cafeteria. ela indicou umas tres nas proximas duas quadras. sim, auckland tem uma quantidade inenarravel de pequenos e aconchegantes coffee shops. parei no primeiro e pedi um cappuccino com uma cookie.
'e meio estranho fazer turismo sozinha, ao mesmo tempo traz uma sensacao gostosa de liberdade. e quando vi estava ali parada num cafe com meu mapa aberto e sobre ele estava o 'on the road'. achei graca da cena. ali fiquei lendo e observado as pessoas passarem. uma coisa realmente legal de auckland 'e a mistura de gente. a cidade 'e bem cosmopolita e em menos de uma hora vi passar as pessoas dos mais diferentes lugares com os mais diferentes estilos.
quando cansei de ler, fui circular mais, agora eu tinha um mapa e nao iria me peder. fui ate o viaduct harbor, o porto de onde saem pequenos navios para fazer passeios pelas ilhas. o mar 'e de um verde-agua escuro lindo. e catei mais de 20 flyers com informacoes turisticas. acho que vai faltar tempo pra fazer tudo que esse pequeno pais oferece.
fiz um pipi no porto (em todos os lugares ha banheiro adaptado) e fui em direcao a queen st para reencontrar a carlinha. no caminho achei uma loja de aventura e parei ali pra ver se achava algum presente pro meu irmao. a moca da loja me fez uma pergunta e entendi 'voce quer uma tequila?` expliquei pra ela que meu ingles era uma bosta e pedi pra ela repetir. ah, ela queria saber se eu procurava algo em particular... disse que dando uma olhada e falei pra ela a historia da tequila. a guria rachou de rir. nao achei nada pro chuchu, mas ennconttrei um adaptador de tomada. otimo, teria celular de novo.
encontrei a carlinha e fomos pra volcan lane, uma ruazinha mega charmosa almocar. paramos num bistro e pedimos um combinado de mexilhoes e outros frutos do mar. tomamos vinho e conversamos a tarde toda. a carlinha contou que pela manha so conseguia chorar. mas agora estava melhor. 'e incrivel como a vida 'e fantastica e ate na dor existe alguma beleza. ela se chama superacao.
a primeira coisa que fiz ao ficar sozinha foi perguntar para uma indiana que vendia jornais onde poderia encontrar um mapa. a simpatica senhora mostrou uma loja de souvenirs que ficava do outro lado da rua. la fui eu rodando minha cadeirinha. com um mapa em maos, perguntei a dona da loja onde poderia achar uma cafeteria. ela indicou umas tres nas proximas duas quadras. sim, auckland tem uma quantidade inenarravel de pequenos e aconchegantes coffee shops. parei no primeiro e pedi um cappuccino com uma cookie.
'e meio estranho fazer turismo sozinha, ao mesmo tempo traz uma sensacao gostosa de liberdade. e quando vi estava ali parada num cafe com meu mapa aberto e sobre ele estava o 'on the road'. achei graca da cena. ali fiquei lendo e observado as pessoas passarem. uma coisa realmente legal de auckland 'e a mistura de gente. a cidade 'e bem cosmopolita e em menos de uma hora vi passar as pessoas dos mais diferentes lugares com os mais diferentes estilos.
quando cansei de ler, fui circular mais, agora eu tinha um mapa e nao iria me peder. fui ate o viaduct harbor, o porto de onde saem pequenos navios para fazer passeios pelas ilhas. o mar 'e de um verde-agua escuro lindo. e catei mais de 20 flyers com informacoes turisticas. acho que vai faltar tempo pra fazer tudo que esse pequeno pais oferece.
fiz um pipi no porto (em todos os lugares ha banheiro adaptado) e fui em direcao a queen st para reencontrar a carlinha. no caminho achei uma loja de aventura e parei ali pra ver se achava algum presente pro meu irmao. a moca da loja me fez uma pergunta e entendi 'voce quer uma tequila?` expliquei pra ela que meu ingles era uma bosta e pedi pra ela repetir. ah, ela queria saber se eu procurava algo em particular... disse que dando uma olhada e falei pra ela a historia da tequila. a guria rachou de rir. nao achei nada pro chuchu, mas ennconttrei um adaptador de tomada. otimo, teria celular de novo.
encontrei a carlinha e fomos pra volcan lane, uma ruazinha mega charmosa almocar. paramos num bistro e pedimos um combinado de mexilhoes e outros frutos do mar. tomamos vinho e conversamos a tarde toda. a carlinha contou que pela manha so conseguia chorar. mas agora estava melhor. 'e incrivel como a vida 'e fantastica e ate na dor existe alguma beleza. ela se chama superacao.
o famoso danny doolans
ainda na terca feira uma boa noticia. era aniversario da pretinha, outra brasileira da 'familia'. a carlinha viria de onibus ateh o alphaville gringo e iriamos juntas com o carro da vivi. ela ficaria em casa estudando e o mano descansando.
fomos para um pub novo chamado britomart country club. bem bacaninha o lugar. comemos pizza e batata frita, tomamos um drink e o happy hour terminou cedo. carlinha entao me levaria ao danny doolans. muito ouvi falar desse pub, minha mae quando morou por aqui era cliente vip.
fomos a pesito pelas ruas organizadas de auckland ate o danny. pra carlinha seria uma prova de fogo. o bar era o preferido do seu irmao. chegando la, tinha uma dupla cantando boas cancoes. o danny doolans tem musica ao vivo sete noites por semana. assim que um dos musicos viu carlinha parou de tocar e deu um abracao nela. ele era amigo do irmao.
bebemos uns drinks e conhecemos uma turma de suecos ou suicos, meu ingles nao deixou claro, que estavam por ali. serio, nunca vi tanto homem louro gato num mesmo lugar. lindos, louros e gentis. um deles me pagou um drink e conversamos bastante. acho que dava jogo mas ja era uma da manha e a carlinha tinha que trabalhar cedo no outro dia. estavamos indo embora quando um dos suecos (carlinha confirmou pra mim a nacionalidade dos bofes)veio correndo em minha direcao. pensei, vai me beijar! mas que nada, tinha era uma bolsa embaixo da mesa e ele queria saber se nao era minha.
no caminho pra casa, nos deparamos com uma lua incrivel. parecia uma fatia de provolone amarelo. o ceu da nova zelandia estava estrelado e lindo. o teto aqui parece mais baixo, as estrelas e a lua ficam mais perto de nos.
fomos para um pub novo chamado britomart country club. bem bacaninha o lugar. comemos pizza e batata frita, tomamos um drink e o happy hour terminou cedo. carlinha entao me levaria ao danny doolans. muito ouvi falar desse pub, minha mae quando morou por aqui era cliente vip.
fomos a pesito pelas ruas organizadas de auckland ate o danny. pra carlinha seria uma prova de fogo. o bar era o preferido do seu irmao. chegando la, tinha uma dupla cantando boas cancoes. o danny doolans tem musica ao vivo sete noites por semana. assim que um dos musicos viu carlinha parou de tocar e deu um abracao nela. ele era amigo do irmao.
bebemos uns drinks e conhecemos uma turma de suecos ou suicos, meu ingles nao deixou claro, que estavam por ali. serio, nunca vi tanto homem louro gato num mesmo lugar. lindos, louros e gentis. um deles me pagou um drink e conversamos bastante. acho que dava jogo mas ja era uma da manha e a carlinha tinha que trabalhar cedo no outro dia. estavamos indo embora quando um dos suecos (carlinha confirmou pra mim a nacionalidade dos bofes)veio correndo em minha direcao. pensei, vai me beijar! mas que nada, tinha era uma bolsa embaixo da mesa e ele queria saber se nao era minha.
no caminho pra casa, nos deparamos com uma lua incrivel. parecia uma fatia de provolone amarelo. o ceu da nova zelandia estava estrelado e lindo. o teto aqui parece mais baixo, as estrelas e a lua ficam mais perto de nos.
coffee and coffee
terca resolvi acordar cedo e ir junto com a vivi para o botany centre. eh um shopping onde tem o curso de ingles dela. enquanto ela seguia no big beans eu poderia passear por ali. melhor do que ficar em casa dormindo. conheci a sala de aula dela e tambem sua professora. uma kiwi de sotaque forte com quem troquei algumas palavras em ingles. polidamente ela disse que meu ingles nao 'e rui. okay, mente mas me faz feliz. na verdade, falar pra mim (mesmo assassinando a gramatica) nao eh o problema. o foda mesmo 'e entender o que as pessoas dizem, ainda mais quando existe uma verdadeira babel de sotaques: aqui ha indianos, chineses, coreanos, ingleses...
bueno, a vivi me deixou num cafe e foi pra aula. tomei um expresso enquanto lia mais um trecho do 'on the road'. senti uma alegria genuina de estar sozinha explorando novos horizontes. depois do cafe, rodei pela zona. incrivel as calcadas dessa cidade. TODAS sao lisinhas e sem buracos. TODAS tem rebaixamento com piso tatil. chega a ser espantoso para que esta acostumado com o horror que sao as calcadas em porto alegre.
fiz algumas comprinhas: um blush da mac, um lenco de presente pra vivi e dois chapeus (um branco e um preto). mais tarde vendo as notinhas descobri que escutei errado o preco do blush. entendi um valor bem mais barato... mais um motivo para melhorar o ingles!
bueno, a vivi me deixou num cafe e foi pra aula. tomei um expresso enquanto lia mais um trecho do 'on the road'. senti uma alegria genuina de estar sozinha explorando novos horizontes. depois do cafe, rodei pela zona. incrivel as calcadas dessa cidade. TODAS sao lisinhas e sem buracos. TODAS tem rebaixamento com piso tatil. chega a ser espantoso para que esta acostumado com o horror que sao as calcadas em porto alegre.
fiz algumas comprinhas: um blush da mac, um lenco de presente pra vivi e dois chapeus (um branco e um preto). mais tarde vendo as notinhas descobri que escutei errado o preco do blush. entendi um valor bem mais barato... mais um motivo para melhorar o ingles!
big beans
a casa onde moramos fica em flat bush, um bairro bem afastado do centro de auckland. eh uma area super residencial, planejada, com belas casas. brincamos fazendo uma comparacao. se fosse sao paulo, seria o alphaville - looonge. se fosse porto alegre, o terraville, looonge. entao, pra sair e ver agito, eh preciso ter carro ou encarar uma hora e dez minutos de onibus. meu irmao trabalha o dia todo e a vivi esta estudando. sai da aula as 13h e vem pra casa estudar mais ainda. sabado que vem ela fara o ielts. entao, fiquei por casa na segunda e estudei com ela. nao estou mais acostumada a estudar, mas quero realmente aproveitar a viagem pra melhorar meu ingles. a missao sera dificil, nao eh assim para expandir a ervilhinha. e a vivi largou a melhor piada. a expansao da ervilha (o cerebro) 'e o big beans.
no paintball
no domingo meu irmao tinha bolado uma programacao diferente: jogar paintball. eu deveria ficar de siper - atiradora de elite. mas, coloquei a mao na consciencia e achei melhor nao jogar. como tomo anticoagulante um tiro poderia se tornar mais que um hematoma, poderia virar hemorragia. enquanto todos se divertiam, fiquei lendo 'on the road', me divertindo com as aventuras de jack kerouac.
meu irmao ficou chateado de eu nao participar e pediu pro cara pra eu dar uns tiros em umas placas e um boneco que estavam ali para a galera treinar a mira. estava me saindo bem no tiro ao alvo quando ele propos mais emocao. ia bancar o pato e passar correndo para eu tentar acerta-lo. sim, foi uma ideia bem jackass. ele passou correndo eu nao perdoei, primeiro pegou uma bolinha na bunda, depois nas costas... uma na virilha e ele se escondeu atras de um arbusto. mandei bala ate acabar a municao enquanto todos davam risada. a brincadeira rendeu alguns hematomas pro chuchu, mas que foi divertido foi.
meu irmao ficou chateado de eu nao participar e pediu pro cara pra eu dar uns tiros em umas placas e um boneco que estavam ali para a galera treinar a mira. estava me saindo bem no tiro ao alvo quando ele propos mais emocao. ia bancar o pato e passar correndo para eu tentar acerta-lo. sim, foi uma ideia bem jackass. ele passou correndo eu nao perdoei, primeiro pegou uma bolinha na bunda, depois nas costas... uma na virilha e ele se escondeu atras de um arbusto. mandei bala ate acabar a municao enquanto todos davam risada. a brincadeira rendeu alguns hematomas pro chuchu, mas que foi divertido foi.
mudando de casa
no dia seguinte mudamos para a casa nova. chato nao poder ajudar em muita coisa. fiquei na cama enquanto meu irmao carregava os moveis para o caminhaozinho que ele alugou e ele mesmo iria dirigir.
a casa nova 'e sensacional, enorme, com cinco quartos, tres banheiros, uma bela cozinha e um patio onde feito o barbecue de boas vindas para mim. conheci a turma de brasileiros que sao a familia da vivi e do ale por aqui. entre eles, a carlinha e sua mae mari. elas estao passando uma barra. o irmao da carlinha foi de ferias para tailandia e nao voltou. teve um mal estar subido e morreu enquanto dormia. um cara jovem, cheio de vida, 'e dificil de aceitar uma perda dessas.
logo rolou uma tremenda empatia e conversei muito com as duas. a mari tem uma baita historia de vida, que resumidamente me contou em uma tarde. passou fome na infancia, perdeu um bebe na juventude, separou do marido, e hoje mora na nova zelandia em queenstown. ela sabe que pode tambem escrever um livro. devorou o meu e adorou.
depois do churrasco demos uma caminhada ate um lindo templo budista que fica poucas quadras da nossa casa nova.
fomos mari, carlinha, adri, ju e eu. adri e ju sao cariocas e tambem moram em auckland. adorei as duas. bueno, chegando ao templo tivemos uma grata surpresa: estava rolando o jantar anual em comemoracao ao ano novo chines. que sorte a nossa, ir ao templo bem nesse dia! assistimos a apresentacoes, vi uma apresentacao maori linda. tomamos cha de lotus, comprei alguns suvenirs. depois fomos para uma grande sala com um buda gigante cercado por outros mil pequenos budas. acendi uma vela e rezei. a paz daquele lugar eh indescritivel.
a casa nova 'e sensacional, enorme, com cinco quartos, tres banheiros, uma bela cozinha e um patio onde feito o barbecue de boas vindas para mim. conheci a turma de brasileiros que sao a familia da vivi e do ale por aqui. entre eles, a carlinha e sua mae mari. elas estao passando uma barra. o irmao da carlinha foi de ferias para tailandia e nao voltou. teve um mal estar subido e morreu enquanto dormia. um cara jovem, cheio de vida, 'e dificil de aceitar uma perda dessas.
logo rolou uma tremenda empatia e conversei muito com as duas. a mari tem uma baita historia de vida, que resumidamente me contou em uma tarde. passou fome na infancia, perdeu um bebe na juventude, separou do marido, e hoje mora na nova zelandia em queenstown. ela sabe que pode tambem escrever um livro. devorou o meu e adorou.
depois do churrasco demos uma caminhada ate um lindo templo budista que fica poucas quadras da nossa casa nova.
fomos mari, carlinha, adri, ju e eu. adri e ju sao cariocas e tambem moram em auckland. adorei as duas. bueno, chegando ao templo tivemos uma grata surpresa: estava rolando o jantar anual em comemoracao ao ano novo chines. que sorte a nossa, ir ao templo bem nesse dia! assistimos a apresentacoes, vi uma apresentacao maori linda. tomamos cha de lotus, comprei alguns suvenirs. depois fomos para uma grande sala com um buda gigante cercado por outros mil pequenos budas. acendi uma vela e rezei. a paz daquele lugar eh indescritivel.
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